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Pensei muito no título que daria a esse texto, não sei os motivos mas sempre pensei que contaria isso pra alguém, mas nunca soube quando seria e nem como começar a história.

Sempre fui aquela menina que não se encaixava em nenhum grupinho pré moldado, sabe?! Aqueles que se encontra nos colégios, nas baladas, etc… Aqueles que você precisa ser “padronizada(o)” que todos os cabelos, roupas e até perfumes são iguais, de determinada marca e afins; Isso por muito tempo (digo muito mesmo)  me incomodou, pois eu era a “diferentona” não conseguia me expor, não me encontrava naquele meio, isso sempre foi uma frustração da infância, adolescência até o início da fase adulta ali pelos 17 anos.

Mas com o início da vida adulta, consegui meu primeiro trabalho, e com ele me senti no direito e até mesmo uma espécie de obrigação comigo mesma, de fazer algo que eu quisesse, algo que sempre me chamou atenção e despertou interesse, aí então fiz logo minha primeira tattoo, e meu primeiro piercing, foi uma libertação. Como pode uma tatuagem tão pequena, ter esse efeito na vida de uma pessoa? Até hoje não sei! Mas mudou completamente minha vida, me deu coragem de expor minhas opiniões, mudou completamente minha auto estima (que acho que nem existia), me fez buscar pessoas, contatos, que só fizeram fortalecer essa paixão, com isso vieram outras tattoos, piercings e a certeza de que eu finalmente encontrei o meu grupinho, que estou no meio que eu amo, no grupinho que não impõe padrões, no grupinho dos coloridos. Onde todos podem ser exatamente o que quiser ser, e a única regra é ser livre e feliz sem padrões pré definidos.

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